É abominável a transição de "Im-" para 'Previsto'.
Fato é: nunca há.
Não é difícil perceber na brisa, na maré dos ocorridos e que, na leviandade do caráter, pouco importa o individualismo dos casais. E que se tudo foge à racionalidade, sempre há antiga fórmula para apaziguar ânimos.
Supresas têm de ser boas, ora! E o julgo clássico diverge, pois pouco interessa saber se algo havia sido planejado. Se o local dos imprevistos havia sido definido.
Pois sempre há margem para imprevistos... Desde que eles o sejam, do começo ao fim.
Não por falta de informação...
Mas era previsível, certamente. E não imprevisto.
E agora, quem tirará as tulipas do freezer?
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